Em algumas
situações, a vida é profundamente provada. O relacionamento humano experimenta
infinitas alegrias mas, também, profundas dores.
Não dá para
precisar quando surge a mágoa. O que se sabe é que a superação não é tão fácil
como se imagina. Quanto mais sensível, maior será a felicidade e quase
infinitas serão as dores.
Sentir-se
magoado não é privilégio de alguns, apenas. A mágoa chega, adentra nosso
universo e se aloja. Tem dias em que a mágoa parece ser portadora de
multiplicação. Tudo é motivo para ficar dolorido.
É como se
fosse um contraste que perpassa a corrente sanguínea e se dilui. As mágoas
deveriam ter tempo de validade. No entanto, algumas são eternas. Há quem faz
questão de reaviva-las quase que diariamente.
O rastro das
mágoas é perceptível: roubam o humor, tiram o brilho, esvaziam a esperança.
Poderia ter algo como que um procedimento cirúrgico para extirpar o que tanto
incomoda e deprime.
Mágoa
é sinal de pouco controle interior. Com tanto conhecimento, as pessoas ainda não
descobriram uma saída para afastar ou eliminar a mágoa. Os dias vão passando e
o peso aumentando.
Somente o
exercício do perdão poderá combater os efeitos negativos da mágoa. Quem sabe
perdoar não deixa espaços para a mágoa se prolongar. A mágoa não muda a
identidade da pessoa, mas pode comprometer a paz interior.
As energias
se desencontram quando a mágoa se apresenta. Como não tem vacina, o mais
indicado é exercitar o perdão diário e intensificar a oração para quem nos
machucou. Os resultados podem surpreender.
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