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terça-feira, 27 de agosto de 2013

A utilidade de se dar um "caso" por "encerrado".

Muito legal esse texto, pois o conteudo desse artigo tem muito haver com nossa realidade, é como se fosse uma injeção de ânimo para nossas vidas, e aqui no blog é assim, um cantinho que faz a gente refletir,  e é atraves da reflexão que nos encontramos conosco mesmo e com o mundo em nossa volta.

Por William Douglas, professor, escritor e Juíz Federal
 
Vamos começar pelos casos pessoais: Separações, prejuízos, falências, traições, doença e morte são fatos corriqueiros da vida. Por mais dolorosos que seja, e são, seria imaturidade esperar que passaríamos pela vida sem sermos alcançados por esses acontecimentos. Eles simplesmente fazem parte da vida. Todo mundo passa por isso.
É preciso se lembrar que o melhor conceito de felicidade lembra que ela não decorre das circunstâncias, mas da nossa atitude diante das circunstâncias. Se você passou por situações como essa, lamento, mas... bem-vindo ao planeta, à realidade.
Fui traído muitas vezes, quebrei negócios por culpa minha, por culpa de sócios, por culpa do governo, minha mãe morreu de câncer, não realizei muitos de meus sonhos... é, eu também coleciono revezes. E você? Mas sei que ficar parado se lamentando não adianta, é preciso, como se diz, "levantar, sacudir a poeira e seguir em frente". Em resumo, amigo, não adianta ficar se lamentando ou "chorando sobre o leite derramado".
No caso das provas, todos os exemplos dados na semana passada fazem parte do chamado "sistema do concurso público". Por mais que a Administração Pública, o MP, O Judiciário, a Imprensa, a sociedade procure melhorar o sistema, sempre haverá falhas. A solução sempre é continuar estudando, fazendo as provas, se aperfeiçoando e seguindo em frente. Sempre haverá vaga para quem faz isso, para quem "fica na fila", para quem faz sua parte.
Em meu livro "A Arte da Guerra para Provas e Concursos" digo que "o único concurso onde você não pode ser reprovado é o último que você for fazer", em um dos meus mantras reforço ainda que "concurso não se faz para passar, mas até passar", e que "a dor é temporária, mas o cargo é para sempre".
No caso dos concursos adiados, por exemplo, serão beneficiados os que, não se deixando desestimular, continuarem estudando com seriedade e regularidade. Quando o concurso chegar eles serão os que estarão mais bem preparados, lá na frente da "fila".
As reprovações e até mesmo algumas injustiças fazem parte do percurso dos concursos públicos. A aprovação, nomeação e posse para quem for até o fim, idem. O que se deve fazer no caso de uma decepção - uma eventual reprovação ou uma classificação ruim - é encerrar este capítulo e continuar os estudos. Da prova passada leve apenas a experiência para a próxima! Deixe de lado a frustração e o desânimo.
Não desperdice energia emocional, psíquica, com o que já passou e não volta mais. Para sua vida melhorar, junte o que tem hoje (no agora, não no ontem) e vá em direção ao futuro.
Aprenda com o passado, seja grato por ele e também pelo que tem hoje. Todas as perdas e dificuldades são grandes professores que podem ensinar como agir melhor no futuro.
A vida "é como um vapor que aparece por um pouco e logo desaparece". Por isso mesmo, crie um carimbo mental de "caso encerrado" para usar quando for necessário. Eu não sei onde você precisa bater esse carimbo... mas você sabe.
Encerre alguns "casos" para ter tempo e energia para cuidar da sua vida e do seu futuro.
Vou citar mais um pouco do livro:
" "Agora, há uma coisa engraçada com essa ideia de encerrar o caso. Quando você está em um tribunal e em algum momento o juiz diz "caso encerrado", isso não significa que o caso deixa de existir. Ainda existirá um registro dele nos livros. Mas o que irá acontecer é que não continuaremos tratando desse caso especificamente. Encerrado não significa que todas as partes envolvidas concordem com a resolução. Tampouco significa que não ocorreu um crime." Quando o juiz encerra o caso, é porque não haverá mais processo a partir desse ponto. "Acabou", insistiu ela.
Queremos construir visando ao sucesso ou persistir no conflito? Em qual dessas escolhas as pessoas extraordinariamente bem-sucedidas investem no longo prazo? Será que elas passam seus dias comprometidas a criar conflitos feitos para durar, ou um sucesso feito para durar? Quando nos dispomos a deixar algo para trás, o ciclo é quebrado e ganhamos a liberdade. Caso encerrado.
"O que isso exige, na maior parte das vezes, é que deixemos para lá a história do que aconteceu e nossa ligação com ela. De fato, quando deixamos tudo para trás, partimos livres para o futuro. Compreendemos que somos maiores do que aquilo que nos aconteceu."
Sugiro, portanto, que você crie espaço para as coisas novas, que se liberte do passado e comece a apreciar melhor o presente e a semear melhor o futuro. O carimbo de "caso encerrado" não deve tirar o "caso encerrado" do seu arquivo de vida e de aprendizado, mas pelo menos o tira da mesa de trabalho. É como uma carga que você deixa de levar sobre seus ombros.
Limpe a "mesa", fique mais leve e boa sorte, sempre.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Lua Cheia

Ontem a Lua estava assim como na fotografria
Linda à brilhar! Amo apreciar uma noite de luar!
 
 

Quando anoitecer
E a lua cheia aparecer
Vou perguntar a ela
Por onde anda você...
Já faz tanto tempo
Que a gente não se vê
E a saudade vai chegando
Sem a gente perceber...
Entra em nossa mente
Toma conta do poder
Deixa uma ferida
Que faz a gente sofrer...
Lua cheia maravilhosa
Que brilha em esplendor
Me traga a felicidade
E também o meu amor...
 
 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Share

O que é Share:

Share significa partilhar, compartilhar, e é um termo de origem inglesa. O termo tem se popularizado através das redes sociais, onde as pessoas compartilham suas vidas e experiências, e é exatamente este o sentido da palavra, dividir histórias, experiências, alimentos e etc.

Share de Mercado

Share significa participação, quota, fatia, e é um termo que vem do inglês. Share é muito utilizado em pesquisas e entrevistas, para medir o quanto determinada empresa tem de vantagem sobre a outra, e é uma ferramenta essencial para cada organização.

Marketshare

Market Share, participação de mercado, em português, é a porcentagem que uma empresa tem de participação no mercado em que atua, ou seja, é a sua comparação com os concorrentes.  Market share é um ponto muito importante para as empresas, pois mostra o quanto elas estão competitivas e o quanto suas estratégias estão tendo eficácia, ou não.

Clienteshare

Existe também o cliente share, que é o percentual da preferência de cada tipo de consumidor, em relação a um produto ou serviço. A empresa vai saber qual tipo de produto ou serviço está sendo mais procurado, e assim, se for do seu interesse, poderá criar estratégias para aquele público específico, diminuindo assim, os riscos de envolver públicos que talvez não tenham interesse na empresa

Balanced Scorecard

O que é BSC - Balanced Scorecard:

BSC - Balanced Scorecard é uma ferramenta de planejamento estratégico na qual a entidade tem claramente definidas as suas metas e estratégias, visando medir o desempenho empresarial através de indicadores quantificáveis e verificáveis.
A metodologia BSC foi inicialmente divulgada no ano de 1992, por Robert S. Kaplan, professor da Harvard Business School e David P. Norton, presidente da Renaissance Solutions, através de um artigo onde definiam parâmetros para avaliação e melhoramento do desempenho das empresas.
O método consiste em determinar de modo balanceado as ligações de causa/efeito entre os quatro indicadores de avaliação das empresas, que são:
Financeiro: criar novos indicadores de desempenho para que os acionistas possam ter melhor rentabilidade dos seus investimentos;
Clientes: saber qual o grau de satisfação dos clientes com a empresa;
Processos internos: a empresa deve identificar se há produtos com problemas, se foram entregues no tempo previsto e apostar na inovação dos seus produtos;
Aprendizado e crescimento: diz respeito à capacidade e motivação do pessoal, e a um melhor sistema de informação na empresa.
Na análise do BSC, se os quatros indicadores estiverem aplicados de acordo com os objetivos propostos pela entidade, ou seja, se estiverem equilibrados, significa que a empresa conseguirá ter um melhor desempenho, permitindo a concepção de novas estratégias.
O BSC está relacionado com a visão e estratégia de uma empresa, duas áreas fundamentais para que a empresa tenha sucesso.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Planejamento Estratégico como Instrumento para o Sucesso das Empresas

 

http://www.betalimp.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/08/planejamento-estrategico.jpg
 
Independentemente do tamanho das empresas, é necessário que sejam estabelecidos alguns parâmetros e estratégias para que as mesmas possam se perpetuar. É de suma importância que seja elaborado, ou estabelecido, um guia para o direcionamento das ações, que servirá como ferramenta para que as metas traçadas para o futuro sejam atingidas. 
Atualmente, é possível identificar no Brasil, um sem número de empresas que movimentam milhões de reais por ano, sem que estas tenham qualquer estabelecimento de um planejamento estratégico.
Trabalhar o planejamento, alinhando-o aos objetivos organizacionais é o grande desafio enfrentado por administradores de pequenas e médias empresas. No entanto, o mais importante é gerar o comprometimento das pessoas, principalmente, os envolvidos na direção do negócio. Uma estrutura estratégica tem conteúdo lógico e sólido para disciplinar o crescimento da empresa e executar uma transição ordenada do presente para o futuro. O plano estratégico fornece uma consolidada integração de informações, o que cria uma formidável sistemática de comunicação na empresa. 
Como consequência direta da implantação do planejamento, destaca-se a gestão estratégica, assumindo a responsabilidade de articular os interesses da empresa, estimular o espírito de equipe, motivar o comprometimento das pessoas e viabilizar ajustes e alterações no plano de acordo com os ambientes interno e externo. O plano estratégico é eminentemente flexível e oferece alternativas que podem substituir certos objetivos operacionais no caso de o ambiente mostrar sinais de alterações. Ele é a base da APO - Administração por Objetivos. Aliás, a administração por objetivos se fundamenta no planejamento estratégico da empresa. Com sua implementação, é possível monitorar o comportamento do ambiente externo e adequar as estruturas e recursos internos da empresa para poder identificar novas oportunidades e enfrentar as ameaças que dele se originam. 
Podemos definir planejamento estratégico como o método pelo qual a empresa define a mobilização de seus recursos, para alcançar os objetivos propostos. É um planejamento global a curto, médio e longo prazo. Estratégia é a mobilização de todos os recursos da empresa no âmbito global, visando atingir objetivos definidos previamente. É uma metodologia gerencial, que permite estabelecer o caminho a ser seguido pela empresa, visando elevar o grau de interações com os ambientes interno e externo. O planejamento estratégico procura responder a questões básicas, como: 
1. Por que a organização existe; 
2. O que e como ela faz; e 
3. Onde ela quer chegar. 
Dele, resulta um plano estratégico, ou seja, um conjunto de informações consolidadas, que serve de referência e guia para a ação organizacional. Pode ser considerado como uma bússola para os membros de uma determinada organização.
Fases da elaboração 
A elaboração do planejamento estratégico compreende quatro fases: 
1. Formulação dos objetivos organizacionais A empresa define os objetivos globais que pretende alcançar a longo prazo e estabelece a ordem de importância e prioridade em uma hierarquia de objetivos. 
2. Análise interna das forças e limitações da empresa A seguir, faz-se uma análise das condições internas da empresa, para permitir uma avaliação dos principais pontos fortes e dos pontos fracos que a organização possui. Os pontos fortes constituem as forças propulsoras da organização, que facilitam o alcance dos objetivos organizacionais - e devem ser reforçados, enquanto os pontos fracos constituem as limitações e forças restritivas que dificultam ou impedem o seu alcance - e devem ser superados. Essa análise interna envolve: a) análise dos recursos (recursos financeiros, máquinas, equipamentos, matérias - primas, recursos humanos, tecnologia, etc...), de que a empresa dispõe para as suas operações atuais ou futuras; b) análise da estrutura organizacional da empresa, seus aspectos positivos e negativos, divisão do trabalho entre departamentos e unidades, e como os objetivos organizacionais foram distribuídos em objetivos organizacionais;c) avaliação do desempenho da empresa, em termos de lucratividade, produção, produtividade, inovação, crescimento e desenvolvimento dos negócios. 
3. Análise externa Trata-se de uma análise do ambiente externo da empresa, ou seja, das condições externas que rodeiam a empresa e que lhe impõem desafios e oportunidades. A análise externa envolve: 
a) mercados abrangidos pela empresa, características atuais e tendências futuras, oportunidades e perspectivas; 
b) concorrência ou competição, isto é, empresas que atuam no mercado, disputando os mesmos clientes, consumidores ou recursos; c) a conjuntura econômica, tendências políticas, sociais, culturais, legais, que afetam a sociedade e todas as demais empresas. 
4. Formulação das alternativas estratégicas Nesta quarta fase do planejamento estratégico, formulam-se as alternativas que a organização pode adotar para alcançar os objetivos organizacionais pretendidos, tendo em vista as condições internas e externas. As alternativas estratégicas constituem os cursos de ação futura que a organização pode adotar para atingir seus objetivos globais.
De um modo genérico, o planejamento estratégico da organização refere-se ao produto (bens que a organização produz ou serviços que presta), ou ao mercado (onde a organização coloca seus produtos ou bens, ou onde presta seus serviços). Daí, a matriz produto / mercado com várias alternativas estratégicas. 
Com todos esses elementos (objetivos organizacionais, análise das condições interna e externa e alternativas estratégicas) a organização tem condições para preparar seu planejamento estratégico. O planejamento estratégico deve especificar onde a organização pretende chegar no futuro, e como se propõe a fazê-lo, a partir do presente. O planejamento estratégico deve comportar decisões sobre o futuro da organização, como: 
a) objetivos organizacionais a longo prazo e seu desdobramento em objetivos departamentais detalhados; 
b) as atividades escolhidas, isto é, os produtos (bens ou serviços), que a organização pretende produzir; 
c) o mercado visado pela organização, ou seja, os consumidores ou clientes que ela pretende abranger com seus produtos; 
d) os lucros esperados para cada uma de suas atividades; 
e) alternativas estratégicas quanto às suas atividades (manter o produto atual, maior penetração no mercado atual, desenvolver novos mercados); 
f) interação vertical em direção aos fornecedores de recursos ou integração horizontal em direção aos consumidores ou clientes; 
g) novos investimentos em recursos (materiais, financeiros, máquinas e equipamentos, recursos humanos, tecnologia, etc..), para inovação (mudanças), ou para crescimento (expansão); como alcançar a excelência em planejamento estratégico? O planejamento estratégico é a chave para o aumento da produtividade e a melhora dos resultados das empresas. O planejamento estratégico é a base para o desenvolvimento das organizações, pois permite a estruturação e realização de tudo o que a empresa espera de suas atividades. Um dos pontos que mais auxiliam a elaboração do planejamento estratégico são as reuniões, previamente agendadas, onde são discutidos assuntos de interessa da empresa, e onde seus executivos conseguem ter controle total sobre o que está acontecendo, sobre os projetos que estão em andamento, aqueles que foram suspensos ou adiados, os motivos do sucesso ou do fracasso no planejamento executado, e, desta forma, adotar procedimentos corretivos, em tempo hábil. É muito importante que exista um "passo a passo" para estas reuniões, com a sequência de quem irá falar, e o que, efetivamente, será discutido.
A análise de qualquer projeto deve ser discutida, sempre, antes das reuniões, para onde devem ser levados os resultados. Diante deste simples procedimento, não há qualquer discussão sobre os planos de ação, mas apenas uma prestação de contas. Assim, as reuniões se tornam objetivas e produtivas, pois são focadas no problema, evitando, desta forma, discussões desnecessárias e perda de tempo. 
É necessária a adoção do conceito de que o que interessa aos gestores (executivos, gerentes, diretores, etc..), são os números e não as argumentações. Tudo deve ser baseado em planilhas e indicadores. O cronograma deve ser esquecido, e a preocupação deve ser de fazer o que deve ser feito, e dentro do prazo estabelecido para isto! Com a realização de reuniões periódicas, baseadas em produtividade, fica mais fácil para a empresa controlar o que está sendo feito. O importante é realizar reuniões periodicamente, pois ninguém enrola o tempo todo. Não há espaço para a não objetividade. Sempre que possível, deve ser mantido um registro e um controle de todos os acontecimentos. Isso é muito importante para a historicidade da empresa. Uma ata com as decisões, prazos e nome dos responsáveis por cada projeto, cada etapa, é registrada, e todos os interessados devem consultá-la, éter acesso à mesma. Caso os prazos estabelecidos não sejam cumpridos, o responsável pelo projeto, ou pela etapa, deve ser notificado sobre a não conclusão do mesmo. Dessa forma, não já como projetos serem deixados de lado, em detrimento de outros, pois deve haver um controle rígido sobre seu cumprimento. Desta forma, tudo fica simples. Com o controle, há cobrança. Com a cobrança, faz-se acontecer. Assim, tudo sai do papel, e os projetos são executados. Liderança é fundamental, mas não é apenas de reuniões que vive o planejamento estratégico. O fator liderança é decisivo nos sistemas de gestão. Somente um grande executivo é capaz de implementar um plano estratégico de forma a trazer reais resultados para a empresa. A experiência nos diz que 90% (noventa por cento) do planejamento estratégico é planejar, e os 10% (dez por cento) restantes, é fazer acontecer. Enquanto muitas empresas brincam de fazer mapas estratégicos, planos mirabolantes, elas se esquecem de implementar as estratégias, e é na implementação da ideia que se define a competência do executivo. O que diferencia um grande executivo de um executivo mediano (ou medíocre) é a força de vontade. Um bom executivo tem o perfil de um bom aluno: é aquele que tem constância, que estuda de tudo um pouco, sem escolher a matéria, e, principalmente, o bom executivo dedica todo o seu tempo a todos os assuntos, sem discriminação. A liderança não é um mérito individual, mas sim o resultado de uma parceria bem realizada. Não existe um bom líder sem um bom assessor, e um grande assessor sem um bom líder; é um grande desperdício de capacidade. A parceria entre o líder e o seu assessor deve ser perfeita, para que a liderança seja exercida em sua plenitude.

Reeditação

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Adesão do Pará

   



No Pará o feriado de 15 de agosto faz alusão a uma data que nem todo mundo lembra. Foi neste dia no ano de 1823, há 190 anos, que o Pará aderiu à Independência do Brasil. Mas os historiadores consideram a data um marco, já que a partir dela pode-se dizer que o paraense passou a se identificar como brasileiro. Até então a província do Grão Pará era uma área isolada do resto do país e tinha forte influência da colonização portuguesa instalada no Pará desde 1616. 
Foi a forte ligação com Portugal a responsável pela adesão tardia à Independência, conforme analisa o professor e historiador Edilson Valente. 'Algumas províncias como a Cisplatina, Pará, Maranhão e Piauí não aderiram a Dom Pedro e continuavam fiéis a Lisboa porque nessas províncias havia os grupos governantes - militares, religiosos, políticos e comerciantes - que tinham privilégios políticos e não queriam perdê-los'.
Após a adesão houve um período de acomodação política. 'O novo governo reunia antigos portugueses e novos brasileiros. A adesão foi um acordo político que lembra em muito os acordos feitos atualmente pelos políticos brasileiros. 'A atual base política do Brasil foi criada pelos portugueses e o principal motivo disso foi a fuga da família real para o nosso país'.
A chegada dos representantes da corte portuguesa após a invasão das tropas de Napoleão Bonaparte a Portugal ajudou a criar as bases do estado burocrático que conhecemos hoje. 'Portugal estava preocupada apenas em criar empregos e garantir a sustentabilidade para sua nobreza. Houve a criação de vários órgãos sem ligação com a sociedade'. Numa comparação aos dias atuais, ressalta-se a quantidade de ministérios do governo Dilma ao que existia na época dos portugueses. 'Era como se houvesse um ministério do bacalhau no Brasil. Muitos ministérios, muitos funcionários e ninguém questionava que uma pasta ministerial mobiliza muitos custos para o cidadão'.
Acredita-se que à herança portuguesa a tradição de um estado inchado, inoperante e preocupado apenas em gerar empregos e não sanar os problemas da sociedade e a situação perdura até a atualidade.
 
Portal ORM

domingo, 11 de agosto de 2013

"Dia dos Pais"



Homenagem a meu Pai!
 
Pai querido!
Você foi em vida um exemplo de pessoa;
Homem honesto, trabalhador;
Você não estudou tanto...
Mas o pouco que aprendeu foi o suficiente para educar uma família
Juntamente com minha mãe você viveu para nós, suas filhas.
Não cursou nenhuma faculdade, mas tinha sabedoria...
Sabedoria
De não falar muito, mas suas atitudes bastariam
Em seu silêncio sabia muito bem como agir
diante das dificuldades encontradas no dia a dia
Hoje te agradeço por tudo
principalmente por ter sido meu pai 
E sinto um grande orgulho de ter sido sua filha.
 
 
Martinha Silveira