Bem -vindos

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Oração pela Paz Ontem dia 04/10/2015, dia de São Francisco

Cristo, quero ser instrumento de Tua
Paz e do Teu infinito amor
Onde houver ódio e rancor, que eu
Leve a concórdia, que eu leve o amor
Onde há ofensa que dói,
Que eu leve o perdão
Onde houver a discórdia,
Que eu leve a união e Tua paz
 
 Mesmo que haja um só coração
 que duvide do bem, do amor e da fé,
 Quero com firmeza anunciar
a palavra que traz a clareza da fé
Onde houver erro Senhor,
que eu leve a verdade, fruto de tua luz,
Onde encontrar desespero,
Que eu leve a esperança do teu nome Jesus
Onde encontrar um irmão a chorar de
Tristeza, sem ter voz e nem vez
Quero bem no seu coração, semear
Alegria, pra florir gratidão
Mestre, que eu saiba amar,
Compreender, consolar e dar sem receber
Quero sempre mais perdoar, trabalhar
Na conquista e vitória da paz!
 
São Francisco de Assis-  O que esse Santo fez por amor a natureza e aos pobres me chama muito atenção, é uma coisa assim que não sei explicar... mas me identifico um pouco com Ele, sinto um amor enorme pela natureza, pelos pobres, pelos pássaros, e por todos os animais, enfim, queria viver num mundo da mais pura  paz... sou uma admiradora de São Francisco de Assis!

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Motivação ( O Burro e o poço)

 
“Um dia, um burro caiu num poço e não podia sair dali”. O animal chorou fortemente durante horas, enquanto o seu dono pensava no que fazer.

Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: Concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria de ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena esforçar-se para tirar o burro de dentro do poço. Chamou então os seus vizinhos para o ajudar a enterrar vivo o burro. Cada um deles pegou uma pá e começou a atirar terra para dentro do poço.
O burro entendeu o que estavam a fazer e chorou desesperadamente. Até que, passado um momento, o burro pareceu ficar mais calmo. O camponês olhou para o fundo do poço e ficou surpreendido. A cada pá de terra que caía sobre ele o burro sacudia-a, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até ao topo do poço, passar por cima da borda e sair dali. A vida vai atirar muita terra para cima de ti.
Principalmente se já estiveres dentro de um poço. Cada um dos nossos problemas pode ser um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos buracos mais profundos se não nos dermos por vencidos. Usa a terra que te atiram para seguir em frente


 

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

´Viver com mais serenidade é um aprendizado!


"Calma. É aos poucos que a vida vai dando certo." Você tem dúvidas quanto a vitória da vida? Perdeu a esperança de ser feliz? talvez a dificuldade não esteja na meta a ser alcançada, mas na pressa que tem acompanhado seus passos. A instantaneidade é um dos problemas do nosso tempo. Deseja-se que tudo aconteça o mais rápido possível. Quanta vida e quantas oportunidades desperdiçadas por causa da pressa!
Chegou a hora de administrar a pressa e deixar que a vida flua naturalmente. A água da chuva quer chegar ao mar, mas necessita enfrentar barreiras, contornar obstáculos e avançar com determinação. Solte os ombros, sinta a respiração perpassando os pulmões; vibre com as conquistas alcançadas até o presente momento. Abra as cortinas e olhe bem longe. Cada coisa no seu tempo. Então, porque pressa? De que adianta tanta ansiedade? Confiança! É aos poucos que a vida vai dando certo! Viver com mais serenidade é um aprendizado com os toques da própria individualidade. Não conte com ninguém para mudar o próprio ritmo da vida. Os outros poderão dar conselhos, emitir pareceres, mas a decisão depende unicamente de você. Outro detalhe: não basta saber o que tem que ser feito. É necessário agir. O que diferencia uma pessoa da outra não são as brilhantes ideias, mas as corajosas atitudes. A paciência é uma conquista diária, um exercício que rende maturidade e equilíbrio. A cada amanhecer é importante renovar os índices de paciência. A curto prazo, não há indícios de que a vida terá outro ritmo. Que não nos falte a necessária calma para continuar vibrando com a vida. Então, para hoje: calma, muita calma! Bênçãos!
 
 

 
 
 
 

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Perdão, coisa de gente inteligente

O portador do ódio é sempre o mais prejudicado
 
Uma de nossas reações mais comuns diante do sofrimento é a busca de justificativas e de culpados para tais situações. Não é fácil lidar com a dor, mais difícil ainda é enfrentar perdas e injustiças. Qual o pai que, ao perder seu filho em um assassinato, não ficará revoltado? A dor humana é compreensível e não pode ser pormenorizada, porém, precisamos aprender a trabalhá-la em nós.


 
 Diante da injustiça, a mágoa e a revolta são consequências reais, contudo, a história nos revela que tais realidades são apenas consequências da dor e não um remédio para ela.
 A violência sempre gerará mais violência, desencadeando assim um gradativo processo de disseminação do ódio, o qual, por sua vez, nunca encontrará o seu fim.
 Mas como finalizar esses processos inaugurados pelo ódio? Para a violência se ausentar faz-se necessário a consciência de que um dos lados precisará ceder, perdoando.
 Somos muito orgulhosos, em consequência do pecado original enraizado em nós e, por vezes, contemplamos as situações somente a partir do ângulo de nossas próprias razões. Nunca queremos dar o “braço a torcer” e queremos sempre ter a razão nas situações. E, muitas vezes, até a [razão] possuímos mesmo, contudo, “amar significa perder para ganhar” e perdoar é abrir mão da própria razão por uma realidade mais nobre.
Por mais injustiça que tenhamos experiência, a atitude mais racional diante dessa realidade é o perdão. Por quê? Porque a mágoa nos torna pequenos e empobrecidos demais, além de ser a raiz de inúmeras enfermidades (segundo muitas comprovações científicas). O portador do ódio é sempre o mais prejudicado. Quando estamos magoados pensamos na pessoa que nos causou a dor durante as 24 horas do dia e acabamos por “aprisioná-la” dentro de nós.
 Aquele que alimenta o ódio enxerga apenas a si mesmo e o seu sofrimento, fragmentando assim a própria existência e deixando de lado outras realidades essenciais. Quem vive magoado não tem qualidade de vida, não tem paz…
 Perdoar é extinguir a trama de angústias que o ódio produz em nós, é libertar-se para descobrir a beleza até mesmo na desventura.
 Sei que, em determinadas situações, o perdão não é coisa fácil, porém, perdoar é uma questão de decisão e não de sentimento. A graça de Deus não nos desampara, ela está sempre pronta a auxiliar aqueles que desejam verdadeiramente viver a reconciliação. 
Não percamos mais tempo: libertemo-nos de toda mágoa! Existe muita vida para se viver e ainda muita alegria/realização para se conquistar.
 
Coragem!
 
Padre Adriano Zandoná
 

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Desista de procurar o que você ama, Desista dessa busca, pelo menos por um tempo

Essa deve ser uma das buscas mais intensas da atualidade. Estamos na época em que as pessoas cada vez mais abandonam seus trabalhos chatos, sua falta de sonhos para saírem atrás daquilo que realmente amam fazer.

Vemos aquelas histórias incríveis como a do Howard Schultz (CEO da Startbucks) que é completamente apaixonado por café e quer o expresso perfeito. E ficamos deslumbrados com essa ideia, de encontrar um amor assim.

Ou mais próximo ainda, aqui no Brasil, o Samir Lasbeck do Qranio, que tem uma paixão incrível pelo seu negócio de educação em game.

Vemos essas pessoas que sabem o que querem e têm uma meta tão forte e um amor para a vida toda, daqueles de filmes como “Diário de uma Paixão” que não tem como não querermos algo igual.

Tipo, ok, vou largar tudo, chutar o pau da barraca, junto com o balde e o que tiver mais para tocar para o alto e vou atrás do que amo.

Mas aí vem a dura realidade: beleza, mas o que eu amo?

Aí é que a coisa complica. A ideia de sair atrás do que ama é linda, mas descobrir o que realmente se ama não é tão simples quanto essas histórias românticas apresentam. E aí ficamos na sinuca de bico. O que fazer, então? Continuar naquilo que estamos fazendo ou sair enlouquecidamente atrás do que amamos?

Tem muitas pessoas atrás disso, atraídas pela história de alguém que persegue o grande sonho da vida e cai na frustração imensa de não saber o que é. Mas tem algo para fazer?

1 - Desista de procurar o que você ama, pelo menos por um tempo

E mude a pergunta para – Como você pode servir às pessoas?

Estamos em uma fase muito egocêntrica, que tem feito mal. Mais tempo trabalhando, fechados em nossas realidades, preocupados com nossas atividades e responsabilidades que aumentaram. Logo, perdemos um pouco da sensibilidade de ajudar.

E aqui pode estar o caminho para encontrar o que ama. Usar suas habilidades para auxiliar pessoas que você gosta ou precisam. Pois, você poderá descobrir outras formas de usar os seus talentos e impactar o mundo. Ver como o mundo precisa de você pode ser a trilha para aquilo que ama.

A neurociência já provou que fazer o bem e ajudar desperta vários estímulos especiais na mente. Temos um prazer singular nisso. Entender que somos capazes de fazer a diferença, combinado com uma injeção de hormônios positivos, pode ser a forma de encontrar finalmente o cupido e ele te dar uma flechada.

2 - Experimente suas habilidades

Você descobrir maneiras diferentes de usar o seu talento pode ser revelador. Imagine, portanto, em quais situações distintas seria interessante tentar? Você é um arquiteto, expert em escritórios. Por que não tentar coisas diferentes como casas para cachorros ou canarinhos, ou ambientes de coworking, ou casa na árvore, estantes de livro ou até caricaturas de escritório? Quanto mais distinto o seu talento, maior a compreensão de quanto aquilo que você sabe pode ser útil em diferentes momentos e realidades. Quem sabe não é o que o mercado precisa e você curte mais? Novamente, você pode estar entrando no alvo daquele anjinho esperto que anda pelado fazendo as pessoas se apaixonarem.

3 – Orgulho e felicidade

Outro ponto super importante é estar pensando no que você teria orgulho de fazer. Ao terminar uma atividade e olhar para trás, pensar: "Nossa que incrível eu ter feito". Dá aquela vontade gostosa de contar para as pessoas que você tem afinidade, mostrar aquele seu feito.

Esse é um indício importante que suas habilidades estão sendo bem usadas e você está fazendo a diferença… e, possivelmente, o amor pode estar por aí.

Além disso, sentir-se feliz por poder fazer isso é fundamental. Ao acordar, se em vez de pensar "Hoje, vou ter que fazer isso. É chato e ruim ter que fazer”, você passar a pensar "Nossa hoje vou poder fazer isso, ajudar alguém”, dá um gostinho muito melhor, para começar a segunda excitado, porque é segunda.

4 – O que você abomina

Exatamente isso, é também importante saber o que você não quer fazer, não acredita que seja certo ou não possua habilidade nenhuma de fazer. Já diminui drasticamente o que você vai experimentar e evitar de estar metendo a mão e a mente.

Óbvio que é impossível fazermos apenas aquilo que curtimos. Às vezes precisaremos fazer coisas não tão legais, mas você pode ao menos pensar como diminuir isso ao máximo, trazer pessoas que achem esse trabalho maneiríssimo de fazer, mas que ao menos diminua a carga dele para você.

Deixe ele te encontrar

Você já ouviu aquele ditado popular “quer encontrar algo, pare de procurar”? E se você puder fazer isso agora com aquilo que ama fazer?

Quem sabe, “desistir” dessa procura - tortuosa para muitas pessoas - e começar de uma forma mais bacana, agradável e possivelmente mais eficiente a encontrar a sua maneira de agregar ao mundo de um jeito divertido, é possível começar um jeito Free LifeStyle de viver. E talvez, assim, a sua paixão te encontre.

Bruno Perin
www.administradores.com.br

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Saber amar

 
Saber amar é colher a flor. 
É cultivar o que Deus plantou.  
É ouvir a voz da razão, 
é só seguir, sua direção. 
Saber amar é dizer amém.      
É superar o mal pelo bem.    
É abrir, sempre o coração, 
Para pedir e dar o perdão. 
Saber amar é compreender. 
É encontrar sempre o Outro ser.     
É sorrir, um sorriso a mais, 
é construir, um mundo de paz. 
Saber amar é plantar o amor. 
É confiar em Nosso Senhor. 
  Abraçar, sempre o nosso irmão, 
é caminhar estendendo a mão.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Para Refletir: O verdadeiro valor é aquele que vem das pequenas coisas!


Numa época em que um sorvete custava muito menos que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e sentou-se à mesa. Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele.
— Quanto custa um sundae?
— 50 centavos.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.
— Bem, quanto custa o sorvete simples?
A essa altura, mais pessoas estavam esperando para ser atendidas e a garçonete começava a perder a paciência.
— 35 centavos, respondeu-lhe, de maneira brusca.
O garoto, mais uma vez, contou as moedas e disse-lhe:
— Vou querer, então, o sorvete simples.
A garçonete trouxe o sorvete simples, colocou-o na mesa e saiu.
O menino acabou de tomar o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou, começou a chorar, à medida que ia limpando a mesa, pois ali, do lado da taça vazia de sorvete, havia 15 centavos em moedas, ou seja, o menino não pediu o sundae porque queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.

quinta-feira, 18 de junho de 2015

O Lápiz


O menino observava seu avô escrevendo em um caderno, e perguntou:
— Vovô, você está escrevendo algo sobre mim?
O avô sorriu, e disse ao netinho:
— Sim, estou escrevendo algo sobre você. Entretanto, mais importante do que as palavras que estou escrevendo, é este lápis que estou usando. Espero que você seja como ele, quando crescer.
O menino olhou para o lápis, e não vendo nada de especial, intrigado, comentou:
— Mas este lápis é igual a todos os que eu já vi. O que ele tem de tão especial?
— Bem, depende do modo como você olha. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir vivê-las, será uma pessoa de bem e em paz com o mundo, respondeu o avô.

— Primeira qualidade: Assim como o lápis, você pode fazer coisas grandiosas, mas nunca se esqueça de que existe uma "mão" que guia os seus passos, e que sem ela o lápis não tem qualquer utilidade: a mão de Deus.

— Segunda qualidade: Assim como o lápis, de vez em quando você vai ter que parar o que está escrevendo, e usar um "apontador". Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas ao final, ele se torna mais afiado. Portanto, saiba suportar as adversidades da vida, porque elas farão de você uma pessoa mais forte e melhor.

— Terceira qualidade: Assim como o lápis, permita que se apague o que está errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos trazer de volta ao caminho certo.

— Quarta qualidade: Assim como no lápis, o que realmente importa não é a madeira com que ele é fabricado ou sua forma exterior, sua aparência, mas o grafite que está dentro dele. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você. O seu caráter será sempre mais importante que a sua aparência.

— Finalmente, a quinta qualidade do lápis: Ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida deixará traços e marcas na vida das pessoas. Portanto, procure ser consciente de cada ação, deixe um legado, e marque positivamente a vida das pessoas.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

O Toque de Ouro!


Era uma vez um rei muito rico chamado Midas. Ele possuía mais ouro do que qualquer outro no mundo inteiro, mas ainda assim não estava satisfeito. Nada o deixava mais feliz do que conseguir acrescentar um pouco mais à sua riqueza. Mantinha-o todo guardado em enormes cofres nos subterrâneos do palácio, e passava muitas horas por dia contanto e recontando seu tesouro.
O Rei Midas tinha uma filhinha chamada Áurea. Amava-a com verdadeira devoção, e dizia: "Ela será a princesa mais rica do mundo!"
Mas a pequena Áurea nem se importava com isso. Adorava seu jardim, as flores e o sol, mais do que a riqueza do pai. Ficava sozinha a maior parte do tempo, pois o pai estava sempre ocupado, buscando novas formas de conseguir mais ouro, e contando o que já possuía, de tal sorte que quase nunca tinha tempo para contar-lhe histórias ou passear, conforme deveriam fazer todos os pais.
Um dia, o Rei Midas estava na sala do tesouro nos subterrâneos do castelo. Havia trancado as pesadas portas do aposento e aberto os enormes baús. Despejou todo o conteúdo sobre a mesa e pôs-se a brincar com o ouro como se o simples toque o deixasse satisfeito. Fazia-o escorrer entre os dedos e sorria ao ouvir o tilintar das peças, qual doce melodia. De repente, uma sombra se projetou sobre a pilha de objetos. Ao levantar os olhos, deu com um estranho trajando roupas brancas brilhantes e sorrindo para ele. Soergueu-se, surpreso. Não se esquecera de trancar as portas! O tesouro, então, não estava seguro! Entretanto, o estranho continuou sorrindo.
- Vossa Excelência tem muito ouro - disse ele.
- Tenho, sim - disse o rei -, mas é pouco comparado a todo o ouro que existe no mundo!
- Ora! Esse ouro todo não satisfaz a Vossa Excelência? - perguntou o estranho.
- Ora, essa! - respondeu o rei - Mas é claro que não estou satisfeito. Passo longas noites acordado planejando novas formas de conseguir mais. Gostaria de poder transformar em ouro tudo que toco.
- É isso que Vossa Excelência realmente deseja?
- Claro que sim! Nada haveria de deixar-me mais satisfeito.
- Pois o desejo de Vossa Excelência será atendido. Amanhã de manhã, quando os primeiro raios de sol adentrarem os aposentos, Vossa Excelência terá o toque de ouro.
Ao terminar de falar, o estranho desapareceu. O Rei Midas esfregou os olhos.
- Devo ter sonhado - disse ele -, mas como eu ficaria feliz se isso fosse verdade!
No dia seguinte, o Rei Midas acordou quando a primeira luz do dia se fez presente em seus aposentos. Esticou a mão e tocou as cobertas da cama. Nada aconteceu. - Eu sabia que não poderia ser verdade - exclamou, desapontado. Naquele exato momento, entraram pelas janelas os primeiros raios de sol. As cobertas onde estava encostada a mão do rei transformaram-se em ouro puro. - É verdade! É verdade! - gritou ele, muito contente.
Saltou da cama e correu pelo aposento tocando em tudo que havia. O manto real, os chinelos, os móveis, tudo virou ouro. Foi até a janela e olhou para o jardim de Áurea. - Vou fazer-lhe uma boa surpresa - disse ele. Desceu ao jardim e tocou todas as flores da filha, transformando-as em ouro. - Ela ficará muito satisfeita - pensou.
Voltou aos seus aposentos para aguardar a chegada do café da manhã; e dispô-se a retomar a leitura da noite anterior, mas assim que suas mãos tocaram o livro, o objeto se transformou em ouro maciço. - Não posso ler, assim - disse o rei -, mas, ora, é bem melhor ter um livro de ouro.
Naquele exato momento, um criado entrou nos aposentos, trazendo-lhe o café da manã. - Que beleza! Vou começar pelo pêssego, que está vermelhinho de tão maduro.
Pegou-o então, mas, antes de conseguir comê-lo, já se havia transformado num pedaço de ouro. O Rei Midas o colocou de volta no prato. - É muito bonito, mas não posso comê-lo! - disse ele. Pegou uma broa de pão, mas também ela se transformou em ouro. Colocou a mão no copo d'água, mas tudo virava ouro. - O que vou fazer? Tenho fome e sede. Não posso comer nem beber ouro!
E logo a pequena Áurea entrou em seus aposentos. Ela estava chorando, muito sentida, e trazia nas mãos uma das rosas.
- O que houve, filhinha?
- Ah, papai! Veja o que aconteceu com minhas rosas! Estão todas duras e feias!
- Ora, são rosas de ouro, filha. Você não acha que estão mais bonitas agora?
- Não - disse ela, soluçando. - Não têm mais o agradável perfume que tinham. Não crescerão mais. Gosto de rosas vivas.
- Não se preocupe - disse o rei -, venha tomar seu café.
Entretanto, Áurea percebeu que o pai não comia, e que estava triste. - O que houve, meu querido pai? - perguntou ela, aproximando-se. Deu-lhe um abraço, e ele a beijou. Mas, de repente, o rei soltou um grito de pavor. Ao tocá-la, o lindo rostinho transformou-se em ouro brilhante, os olhos não viam mais, os lábios não conseguiram beijá-lo também, os bracinhos não o estreitaram. Deixou de ser uma adorável e carinhosa menina; transformara-se numa estatueta de ouro.
O Rei Midas baixou a cabeça e os soluços o sobrepujaram.
- Vossa Excelência está feliz? - alguém perguntou. O rei levantou a cabeça e viu o estranho de pé a seu lado.
- Feliz! Como te atreves a perguntar uma coisa dessas? Sou o homem mais triste na face da terra! - disse o rei.
- Vossa Excelência tem o toque de ouro. E isso não basta?
O Rei Midas não tornou a olhar para o estranho, nem respondeu.
- O que Vossa Excelência prefere: comida e um copo d'água fresca ou essas pedras de ouro? - disse o estranho.
O Rei Midas não conseguiu responder.
- O que prefere ter, ó Majestade? Aquela estatueta de ouro ou uma menina que pode correr, rir e amá-lo?
- Ah, devolva-me minha filhinha Áurea e eu abdicarei de todo o ouro que tenho! - disse o rei. - Perdi a única coisa que realmente me valia ter.
- Vossa Excelência demonstra agora mais sabedoria do que antes - disse o estranho. - Vá mergulhar no rio que passa nos fundos do jardim, e depois leve um pouco da água para jogar sobre tudo aquilo que deseja ter de volta ao normal.
O estranho, então, desapareceu.
O Rei Midas levantou-se rapidamente e foi correndo até o rio. Mergulhou, pegou um bocado de água e retornou ao palácio. Jogou-a sobre Áurea e as cores voltaram a iluminar seu rosto. Ela tornou a abrir os olhinhos azuis. - Ora, papai! - disse ela - O que aconteceu?
Chorando de alegria, ela a pegou no colo.
Depois disso, o Rei Midas nunca mais se preocupou com ouro algum, a não ser o ouro que existe no brilho do sol e nos cabelos da pequena Áurea.
 
 
Adaptação de O livro das maravilhas, de Nathaniel Hawthorne
 
 
 
 
 
 
 

 

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Minha Terra Natal

Tudo simples, lindo e  natural!
Ontem eu estive nesse local
Lindo demais!


Como é bom está aqui!

Pisar nesse chão
Rogai por nós oh Mãe!

sexta-feira, 24 de abril de 2015

A esperançpa de um novo dia!

 
 Intervalos fazem bem...mas recomeçar é sempre um privilégio! “Amanhã vai ser melhor do que hoje.” O hoje é o tempo que mais nos afeta. De fato, só existe vida por causa do momento presente. O que sentimos pode ter sido provocado pelo ontem. Mas o tempo para os sentimentos é o aqui e agora. As horas não passam sem provocar registros e interpelar emoções. Quanta gente invadida por fatos do passado. Impossível voltar no tempo e retocar os acontecimentos. Saber lidar com o que restou do ontem supõe habilidade e maturidade.
Tem dias que parece uma avalanche de sentimentos contraditórios. Quanto trabalho para ordenar os pensamentos! Sem uma escala de prioridades, a vida não avança e o crescimento não acontece.
Não é ilusão: o amanhã vai ser melhor. O amanhã não pode ser pior se a naturalidade da vida é dar uma passo adiante. Mas depende das condições favoráveis que cada um possibilita.
O amanhã vai chegar, sim. Mas para que ele seja o melhor é necessário que cada um dê o melhor de si e não fique somente à espera sem nada fazer. Quem acha que o amanhã será pior, não entende da dinâmica da vida. Talvez o que você está querendo que aconteça ainda não ‘escolheu’ o tempo ideal. Poderá acontecer depois de amanhã.
Querer que tudo aconteça amanhã é uma pretensão acima do comum. O segredo não foge de um formato: viver bem o hoje e aguardar esperançosamente o amanhã, descruzando os braços e aceitando oscilações.
Quem não acredita que o amanhã poderá ser melhor, impede a esperança, desautoriza a força transformadora.
Viver é criar condições para que o bem aconteça. Superação deveria ser a opção de todos. O amanhã precisa ser construindo no hoje. Então, mãos à obra!
 

 

 


 

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Faça agora, amanhã pode ser tarde!

Em uma tarde, numa triste família, sim triste, porque o único filho desta família, Márcio, tinha uma dessas doenças degenerativas incuráveis, por mais que seus pais, Dona Maria e Seu Antônio tentassem de tudo para agradar Márcio, não conseguiam fazê-lo ficar alegre, pois conforme diagnostico médico ele tinha no máximo 01 (um) ano de vida e ele sabia disso.
Em uma dessas tardes lá estava Márcio, triste e sentado na sala, quando sentiu uma vontade incontrolável de caminhar um pouco na tentativa de espairecer, e pediu autorização à mãe.
Mãe, eu posso ir dar uma volta no quarteirão para desopilar a mente?
Sim meu filho, é claro que você pode ir. Disse a mãe.

E lá se foi Márcio caminhando lentamente cabisbaixo e de vez em quando parando e observando as vitrines enfeitadas nas lojas, quando de repente ele chegou enfrente a uma loja que vendia CDs, algo de muito estranho aconteceu, parece que uma explosão surgiu dentre dele, pois ele viu a coisa mais linda, mais meiga, mais bela, era uma garota cuja beleza e suavidade o encantou, parecia uma deusa pagã, neste momento Márcio esqueceu-se de tudo, até mesmo da doença, algo extraordinário aconteceu com ele, sentiu uma força dentro de si, uma enorme vontade de viver, e levado por essa força adentrou na loja e pegou o primeiro CD que encontrara, sem mesmo conferir o artista, aproximou-se do balcão e entregou o CD para o seu “anjo”. Mas quando a moça veio até ele e perguntou se o CD era para presente, minha nossa, que voz! Era a voz mais suave e doce que ele já tivera ouvido em toda a sua vida, meio constrangido, com as pernas moles e a voz trêmula, Márcio conseguiu dizer:

Éééééééé para mim mesmo, mas eu quero que embrulhe para presente.
Quando a moça virou-se para ir embrulhar o CD, nossa ela era muito linda de costa!
Então quando a moça trouxe o pacote com aquele sorriso lindo, ele olhou o pacote parecia estar muito mais lindo ainda. Nesse momento ele achava que o coração lhe explodiria o peito de tão rápido que pulsava, pegou então o embrulho, e foi para casa com uma rapidez nunca vista antes, e um sentimento que ele não sabia explicar, mesmo se quisesse. Era outro Márcio, cheio de vida, alegre, motivado, e com um desejo inconteste de convidar o seu “anjo”, a moça da loja de CD para um sorvetinho na praça.
Chegando então em casa rumou-se para o seu quarto e jogou o CD em canto se quer o desembrulhou, passou toda a tarde ouvindo musicas na radio e sonhando, sonhando....
Sua mãe e seu pai perceberam a mudança em Márcio, mas não comentaram nada, achavam que um milagre estava acontecendo, pois eram muitos religiosos e oravam muito para Márcio.
No outro dia à tarde a tarde Márcio disse:
Mãe posso sair um pouquinho novamente?
Com um sorriso enorme e muita felicidade a mãe responde:
É claro meu filho, vá, vá logo, está esperando o que?
Com muita ansiedade lá se foi Márcio para a loja de CDs, mas quando ele chegou enfrente à loja, parou, ficou olhando com ar surpreso, pois se era possível não se sabe, mas a moça esta muito mais linda ainda, parecia mesmo um anjo de tão maravilhosa que estava, e com todos os efeitos colaterais daquele sentimento maravilhoso que nascera dentro dele, então tomou uma porção maior de coragem e foi loja à dentro e mais uma vez sem olhar quem era o artista na capa do CD que pegara na gôndola de exposição já foi logo dizendo:
Moça, me vê esse CD.
E a moça como sempre muito atenciosa perguntou:
É para presente?
E ele outra vez responde:
Ééééééééé, para mim mesmo, mas eu quero que embrulhe para presente.
Pegou o seu CD, com aquela vontade de viver, de gritar, de dizer para a moça que ela era a coisa mais linda que lhe acontecera na vida inteira, e então convidá-la para um sorvete.
Foi para casa e como da outra vez correu rumo ao quarto, jogou o CD junto ao outro e sem desembrulhar, deitou-se em sua cama olhando fixamente para o nada, cantarolando pensando em sua deusa.
Naquela noite até pareciam outra família, rezaram e cantaram antes do jantar e depois saíram para tomar um sorvete, e riram muito juntos, de tudo e de nada, apenas riram…
No outro dia a tarde antes mesmo antes de Márcio pedir a mãe já respondeu:
Mãe...
É claro meu filho, vá lá, vá logo, vá ser feliz.
E Márcio novamente repetiu seu ritual, a sua compra de CD, na qual ensaiava sempre convidar seu anjo para um sorvete, mas quando chegava próximo sempre repetia a mesma história, faltava a coragem, e sempre acabava comprando um CD, sem observar o artista, e ao retornar pra casa jogava o mesmo junto aos outros em seu quarto, isso passou mais de um mês em que todos os dias se repetia a mesma cena.
A mãe um dia perguntou a Márcio:
Filho, não que eu não esteja gostando dessa sua mudança, mas conte-me o que é que esta te fazendo tão bem assim, esta fazendo você ser essa nova pessoa, maravilhosa, feliz e cheia de vontade de viver, e eu notei que sempre que você saí, você chega mais radiante, cheio de amor.
E Márcio contou toda a historia para a mãe.
Meu filho, vá lá, diga para essa moça tudo isso que esta sentindo, abra seu coração, fala para ela tudo mesmo, quem sabe ela também não esteja sentindo o mesmo que você?
E continuou encorajando-o para sair e falar com a moça da loja de CDs, e então convida-la para um passeio quem sabe até o tão sonhado sorvetinho no parque?
Mãe, a senhora acha mesmo que devo? Olha que eu vou mesmo!
E ate se sentindo melhor fisicamente de tanta coragem, saiu pisando firme em direção à loja, mas quando entrou na loja, viu a linda e maravilhosa moça, toda sua coragem desapareceu, as pernas começaram a tremer e o maldito coração na garganta, então novamente pegou um CD e roboticamente falou:
Moça, me vê esse CD, é para mim mesmo, mas quero em um embrulho para presente, quando a moça foi fazer o embrulho, uma pequena chama de coragem reavivou-se dentro dele, então encontrou uma caneta sobre o balcão, em naco de papel escreveu seu nome seguido do seu numero de telefone a frase “Me liga, por favor”, saiu repentinamente para sua casa, sem mesmo pegar o CD que havia acabado de adquirir.
Isso acontecera em uma sexta-feira a tarde, no sábado a loja não tinha expediente.
Por volta das 10:30 da segunda-feira o telefone toca, a mãe de Márcio atende, era uma voz aveludada que disse:
Oi! Bom dia! Sou a moça da loja de CDs e estou lingando para falar como o Márcio, pois ele esqueceu um CD aqui na sexta-feira passada, nesse momento um silencio ensurdecedor tomou conta da ligação, e algumas lagrimas rolaram na face cansada da mãe de Márcio, e com a voz entristecida disse:
Minha querida, infelizmente você não poderá falar com o Márcio, pois ele falecera na madrugada de sexta-feira, inclusive querida, o sepultamento já acorreu, então os decibéis do silencio tomaram proporções gigantescas, proporções que só mesmo uma dor assim incomensurável pode ocasioná-lo, sem muita delonga despediram-se.
A mãe de Márcio subiu até o quarto para arrumar as coisas dele e escolher aquilo que seria doado, quando então viu muitos embrulhos para presente e todos no formato de CDs, mas intactos, levada pela curiosidade humana, pegou alguns CDs e quando desembrulhou um deles, um naco de papel caiu no chão, então ela abaixou-se recolheu e então a grande surpresa, estava escrito um pequeno texto:
Confesso que nunca conheci uma pessoa tão gentil, meiga e doce como você, adoraria te conhecer melhor, que tal me convidar para tomarmos um sorvete em uma tarde de sábado ou domingo? Abraços. Ângela.”
A mãe então continuou a desfazer todos os embrulhos e todos tinham o mesmo recado, apenas os primeiros não.


Quantas vezes nos guardamos dentro de nós mesmos e não falamos às outras pessoas o que realmente estamos sentindo ou nossa opinião sobre vários assuntos, por medo, tabu ou outra barreira qualquer? Não falamos e então perdemos todas as esperanças de poder mudar, ou simplesmente fazer com que a outra pessoa conheça nossos sentimentos ou nossas opiniões?
Quantas pessoas morrem com vontade de dizer ao filho(a), a esposa(o) a tanta gente que se pudesse diria eu não concordo, me perdoe, me desculpe, sim eu errei mas foi sem intensão. Pois eu lhe digo:
Abra seu coração, aprenda a desenvolver uma coragem e dizer as pessoas o que você realmente está sentindo e só assim as pessoas saberão como tratar você, do contrario elas continuarão sem saber o que você quer ou pensa, aprenda a se comunicar abertamente, sem barreiras, abra seu coração, vá lá, diga o que você esta sentindo, qual a sua opinião e só assim as pessoas irão te conhecer, saberão como agradar e irão lhe respeitar.
Por favor, mostre mais seu coração às pessoas, pois elas são iguaizinhas a você, 99,9% de puro calor humano.

Texto adaptado do livro HISTORIAS QUE ENSINAM professor Mauro Rebeque

domingo, 5 de abril de 2015

"Sem te eu não sou nada senhor!


                         
Atrai Meu Coração (Filhos do Homem)

Tu és minha vida, Jesus
És meu Amigo
E a Tua vontade, doce Espírito
Meu alimento

Sem Ti não há valor em mim
Sou como um vaso de barro
Pronto a ser quebrado
Para ser o que queres de mim.

A Tua presença é tudo que eu preciso
A Tua presença é o meu maior valor

Atrai o meu coração
Atrai o meu coração
És tudo que eu quero

Atrai o meu coração
Atrai o meu coração
Posso Te tocar

Atrai o meu coração Senhor!


Páscoa do Senhor! Abençoado Domingo!!!

Amanhece um dia pleno de luz. Páscoa é passagem. A noite da dor cedeu lugar para a chama do amor.
Ele ressuscitou! A é o coração. Cuidar do coração é fator do equilíbrio. Para além da saúde. A fé edifica o bem, multiplica o amor, amplia infinitamente a solidariedade. A construção de uma vida feliz passa pela generosidade do coração.
Que não falte coragem para construir passagens: do ódio para o amor; da tristeza para a alegria; da escuridão para a luz.
A Ressurreição do Filho de Deus não é algo do passado. É um acontecimento que se atualiza através de tantos gestos de bondade e de generosidade. Onde está alguém fazendo o bem, aí a Ressurreição continua marcando presença.
Com um pouco de humildade é possível perceber quais as ‘ressurreições’ que são urgentes e necessárias. Na maior parte das vezes, gasta-se o tempo olhando para a ausência do amor. Que neste dia especial, Páscoa de Jesus, a vitória do amor e da vida permitam um novo olhar, um encontro de luz.
Que a vida seja vivida com menos: menos preocupações, menos exigências, menos ódio, menos inveja, menos consumo. As crises podem ensinar e indicar onde está o essencial. Jesus aceitou estar no alto de uma dolorida cruz para confirmar que o amor sempre será vitorioso. Então, convém não perder de tempo: amar sempre! Feliz Páscoa!