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domingo, 23 de setembro de 2012

O Evangelho de Hoje, Domingo, 23/09/2012

Evangelho (Lucas 8,4-15)


Naquele tempo, 4reuniu-se uma grande multidão, e de todas as cidades iam ter com Jesus. Então ele contou esta parábola:
5"O semeador saiu para semear a sua semente. Enquanto semeava, uma parte caiu à beira do caminho; foi pisada e os pássaros do céu a comeram. 6Outra parte caiu sobre pedras; brotou e secou, porque não havia umidade. 7Outra parte caiu no meio de espinhos; os espinhos cresceram juntos, e a sufocaram. 8Outra parte caiu em terra boa; brotou e deu fruto, cem por um". Dizendo isso, Jesus exclamou: "Quem tem ouvidos para ouvir ouça".
9Os discípulos lhe perguntaram o significado dessa parábola. 10Jesus respondeu:
"A vós foi dado conhecer os mistérios do Reino de Deus. Mas aos outros, só por meio de parábolas, para que olhando não vejam, e ouvindo não compreendam. 11A parábola quer dizer o seguinte: A semente é a Palavra de Deus. 12Os que estão à beira do caminho são aqueles que ouviram, mas, depois, vem o diabo e tira a Palavra do coração deles, para que não acreditem e não se salvem. 13Os que estão sobre a pedra são aqueles que, ouvindo, acolhem a Palavra com alegria. Mas eles não têm raiz: por um momento acreditam; mas na hora da tentação voltam atrás. 14Aquilo que caiu entre os espinhos são os que ouvem, mas, com o passar do tempo são sufocados pelas preocupações, pela riqueza e pelos prazeres da vida, e não chegam a amadurecer. 15E o que caiu em terra boa são aqueles que, ouvindo com um coração bom e generoso, conservam a Palavra, e dão fruto na perseverança".

Jesus foi um grande contador de histórias. Particularmente também gosto muito de histórias e anedotas que no fundo nos revelam o Reino de Deus. E todas as histórias de Jesus são frutos de sua observação contínua e constante.
Ele mostra o Reino com uma linguagem bastante humana. A parábola do semeador e a parábola do joio e do trigo são duas grandes pedagogias de Jesus que podemos usar no ministério de Cura Interior.
Os quatro tipos de terreno são na verdade quatro atitudes que temos em nosso coração e em nossa vida. São quatro tipos de coração. A semente é a palavra de Deus, o Reino de Deus que nos é apresentado pelo Evangelho. A semente que caiu à beira do caminho simboliza nosso coração empedernido que não acolhe a palavra.
Qualquer passarinho vem e come. O solo pedregoso simboliza a superficialidade com que, muitas vezes, recebemos a palavra de Deus. Não a deixamos criar raízes em nossos corações. Recebemos com entusiasmo, mas não a cultivamos. Logo morre.
Esse terreno pedregoso simboliza também nossa busca por uma religião fácil. O terreno cheio de espinhos simboliza os pecados que cultivamos em nossos corações. Mais que pecados, são mágoas, ressentimentos, traumas e complexos que alimentamos em nosso coração.
A palavra de Deus acaba morrendo sufocada por esses espinhos. O bom terreno simboliza nossa abertura à graça de Deus. Conforme permitimos que Deus seja pleno em nossa vida, produzimos os frutos do Espírito Santo.
A parábola do joio e do trigo simboliza nossa luta interior. o inimigo sempre tentará semear suas obras em nossa vida. Quando isso acontece, precisamos da sabedoria de Deus. A espera pela hora da colheita significa que a Cura Interior é um processo. Quem busca a cura em métodos mágicos e instantâneos acaba arrancando também a semente da Palavra de Deus.
Trecho retirado do livro: Seja feliz todos os dias - Pe Léo.


 


A Vida é superação



A nossa alegria supera nossa tristeza,

Nosso consolo supera nossa dor,

Nossa fé supera nossa dúvida,

Nossa esperança supera nosso desespero,

Nosso entusiasmo supera nosso desânimo,

Nosso sucesso supera nosso fracasso,

Nossa coragem supera nosso medo,

Nossa força supera nossa fraqueza,

Nossa perseverança supera nossa inconstância,

Nossa paz supera nossa guerra,

Nossa luz supera nossa escuridão,

Nossa voz supera nosso silêncio.

Padre Marcelo Rossi


sábado, 22 de setembro de 2012

Minhas Atividades da 'Pós Graduação'

Grupos separados: Belém 2
Sendo regida pelos principios, da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade e da eficiencia, a Administração Pública adota a burocracia como principal modelo de gestão, pois a teoria burocrática é um sistema que foi criado para ser eficiente, e ao mesmo tempo impessoal e guiado por regras formais, ou seja, um sistema metódico, com vista a tratar todos os usuários do serviço público de igual maneira, o que parece perfeito para a gestão das organizações públicas, pois a mesma possibilita o aprimoramento dos procesos de produção e a igualdade de todos os clientes perante as leis e as normas. O processo de burocratização da estrutura envolve uma divisão sistemática do trabalho, a fim de racionalidade, isto é, atenção ao alinhamento para o alcance dos objetivos pretendidos. A divisão do trabalho, ou a distribuição de funções, atividades e tarefas é muito impessoal. Para Max Weber, a burocracia é o modelo de uma organização eficiente por excelência, ou seja, o modelo de gestão mais adequado às necesidades da Administração Pública.
Diante dessa realidade, percebe-se que, embora os gestores públicos coloquem em prática à administração o modelo de gestão burocrática, às organizações contemporâneas não alcançaram o sucesso pleno, pois, por mais estruturado que seja o processo e por mais bem orientado que seja o funcionario de uma organização burocrática, sempre ocorrerão algumas falhas, as chamadas disfunções, que para MERTON(1970), a valorização excesiva dos regulamentos, o excesso de formalidades, a resistência às mudanças, a despersonalização das relações humanas, a hierarquização dos procesos decisórios a exibição dos sinais de autoridade e a dificuldade no atendimento aos clientes, dentro desse contexto burocrático evidentemente hà aspécto disfuncional, ou seja, conjuntura interna de normas e regulamentos em excesso que trazem as vezes grande complexidade nos processos tanto para à Administração Pública como também causam descontentamento para os usuários dos serviços públicos.
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terça-feira, 11 de setembro de 2012

O tiro saiu pela culatra!
A mensagem desta historinha simples é de uma profundidade e nos faz refletir sobre a realidade do mundo hoje. Somos escravos de sentimentos negativos, do egoísmo, das mesquinharias. Achamos que somos importantes e queremos ser servidos. E, no final acabamos por odiar o mundo, tentando descobrir o sentido de nossas vidas.
Padre Léo nos conta a história do burro e do porco, de maneira fabulosa, com riqueza de detalhes e muito humor, em seu livro: "Corações Curados", para nos dizer que é preciso ficar atentos, pois o pecado se disfarça em coisa boa e nos seduz.

"Seu Joaquim era um homem muito trabalhador. Em sua terra, cultivava milho, feijão, mandioca, cana de açúcar e arroz, além de uma bela horta e um farto pomar. Tinha também algumas vacas, algumas galinhas, uns patos, um cachorro, gatos, além de um bonito porco e de um burro. Seu Joaquim trabalhava o dia inteiro e o burro era o seu grande companheiro. Era um dos animais que mais trabalhavam naquele sítio.

Todos os dias, quando o Sr. Joaquim o soltava no pastinho, ele tinha que aguentar os insultos daquele porco gordo. -E aí, amigão! Trabalhou muito hoje? Você parece cansado. Como foi o seu dia? Hoje me cansei um pouco, tive que comer três cochos de lavagem... Estou meio indisposto hoje. E você trabalhou muito? Vem cá amigo. Vamos conversar. Passei o dia dormindo e agora estou sem sono.

Depois de muitas provocações, o burro resolveu ouví-lo:
-Você não passa de uma anta! É só fazer como eu: não ir trabalhar, e pronto.
-E como farei para recusar o trabalho?
-Basta fingir que está doente.
-Amanhã de manhã, quando o seu Joaquim vier buscá-lo, você começa a mancar.

Quando amanheceu o dia...
-Viu? Não falei que ia dar certo? Quase caí na gargalhada quando vi você mancando...

Seu Joaquim chegou em casa e pediu para a esposa:
-Nazaré, prepare uma panela com água... O burro está doente. Como não posso ir para a roça, vou aproveitar o dia e matar o porco, que já está bem gordo!"

Moral da história: "Enquanto não achamos um sentido para a vida, só estamos engordando, esperando a morte".

domingo, 2 de setembro de 2012

Trabalho da minha Pós Graduação

 
QUESTÃO DA AVALIAÇÃO FINAL: Disserte, em uma lauda, sobre as duas faces das organizações públicas, que são tomadas, por outros autores, como “duas almas” intrínsecas à natureza do próprio Estado e dos Governos que sucumbem a essa natureza estatal: uma “aparente” e outra “oculta”. Relacione a face oculta com fenômenos de nosso tempo: corrupção, patrimonialismo, clientelismo e nepotismo.

Sistematize sua resposta em até uma lauda em formato Arial, tamanho 12.
 
Toda e qualquer organização, seja ela pública ou privada são compostas por duas faces, sendo uma aparente e a outra oculta. A face aparente da organização pública é aquela que é constituída dentro dos padrões e regulamentos estabelecidos de maneira formal pela Administração Pública.
A face oculta é aquela que é invisível, ou seja, aquela que se constitui no arranjo informal de documentos e normas que funcionam no interior das organizações. Sendo assim por falta de transparência e informalidade ocorre muitas das vezes dentro das organizações atos corruptivos que afetam a sociedade em geral. Pois, além de crime a corrupção é desperdício de recursos públicos.
Uma vez que, de certa forma a população é excluída nas decisões políticas mais importantes, a baixa participação política da sociedade civil e a impunidade com relação à corrupção são as conseqüências do sistema político brasileiro, constituindo um ciclo vicioso que facilita ações corruptas.
Um exemplo de corrupção que muito se ver atualmente dentro das três esferas de governo é a prática do nepotismo, ou seja, a contratação de parentes e amigos para exercer cargos públicos prejudicando outras pessoas concursadas e com maior qualificação para exercer a função ou cargo.
Vale ressaltar que essa é uma prática muito comum no funcionalismo público no nosso país, onde a maioria dos governantes mesmo sabendo que ao entrar na vida pública (serão investigados, controlados e monitorados a todo o momento, inclusive em relação à vida pregressa), utilizam dos órgãos da administração pública como também do patrimônio do Estado e do Governo para beneficiar seus privilegiados, agindo de forma incorreta, ilícita, com a finalidade de atender as promessas feitas à clientela, não havendo transparência, clareza no sistema de gestão ou de governo.


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