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domingo, 2 de setembro de 2012

Trabalho da minha Pós Graduação

 
QUESTÃO DA AVALIAÇÃO FINAL: Disserte, em uma lauda, sobre as duas faces das organizações públicas, que são tomadas, por outros autores, como “duas almas” intrínsecas à natureza do próprio Estado e dos Governos que sucumbem a essa natureza estatal: uma “aparente” e outra “oculta”. Relacione a face oculta com fenômenos de nosso tempo: corrupção, patrimonialismo, clientelismo e nepotismo.

Sistematize sua resposta em até uma lauda em formato Arial, tamanho 12.
 
Toda e qualquer organização, seja ela pública ou privada são compostas por duas faces, sendo uma aparente e a outra oculta. A face aparente da organização pública é aquela que é constituída dentro dos padrões e regulamentos estabelecidos de maneira formal pela Administração Pública.
A face oculta é aquela que é invisível, ou seja, aquela que se constitui no arranjo informal de documentos e normas que funcionam no interior das organizações. Sendo assim por falta de transparência e informalidade ocorre muitas das vezes dentro das organizações atos corruptivos que afetam a sociedade em geral. Pois, além de crime a corrupção é desperdício de recursos públicos.
Uma vez que, de certa forma a população é excluída nas decisões políticas mais importantes, a baixa participação política da sociedade civil e a impunidade com relação à corrupção são as conseqüências do sistema político brasileiro, constituindo um ciclo vicioso que facilita ações corruptas.
Um exemplo de corrupção que muito se ver atualmente dentro das três esferas de governo é a prática do nepotismo, ou seja, a contratação de parentes e amigos para exercer cargos públicos prejudicando outras pessoas concursadas e com maior qualificação para exercer a função ou cargo.
Vale ressaltar que essa é uma prática muito comum no funcionalismo público no nosso país, onde a maioria dos governantes mesmo sabendo que ao entrar na vida pública (serão investigados, controlados e monitorados a todo o momento, inclusive em relação à vida pregressa), utilizam dos órgãos da administração pública como também do patrimônio do Estado e do Governo para beneficiar seus privilegiados, agindo de forma incorreta, ilícita, com a finalidade de atender as promessas feitas à clientela, não havendo transparência, clareza no sistema de gestão ou de governo.


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