QUESTÃO DA AVALIAÇÃO FINAL: Disserte, em uma
lauda, sobre as duas faces das organizações públicas, que são tomadas, por
outros autores, como “duas almas” intrínsecas à natureza do próprio Estado e dos
Governos que sucumbem a essa natureza estatal: uma “aparente” e outra “oculta”.
Relacione a face oculta com fenômenos de nosso tempo: corrupção,
patrimonialismo, clientelismo e nepotismo.
Sistematize sua resposta em até uma lauda em formato Arial, tamanho 12.
Sistematize sua resposta em até uma lauda em formato Arial, tamanho 12.
Toda e qualquer
organização, seja ela pública ou privada são compostas por duas faces, sendo uma
aparente e a outra oculta. A face aparente da organização pública é aquela que é
constituída dentro dos padrões e regulamentos estabelecidos de maneira formal
pela Administração Pública.
A face oculta é aquela
que é invisível, ou seja, aquela que se constitui no arranjo informal de
documentos e normas que funcionam no interior das organizações. Sendo assim por
falta de transparência e informalidade ocorre muitas das vezes dentro das
organizações atos corruptivos que afetam a sociedade em geral. Pois, além de
crime a corrupção é desperdício de recursos públicos.
Uma vez que, de certa
forma a população é excluída nas decisões políticas mais importantes, a baixa
participação política da sociedade civil e a impunidade com relação à corrupção
são as conseqüências do sistema político brasileiro, constituindo um ciclo
vicioso que facilita ações corruptas.
Um exemplo de corrupção
que muito se ver atualmente dentro das três esferas de governo é a prática do
nepotismo, ou seja, a contratação de parentes e amigos para exercer cargos
públicos prejudicando outras pessoas concursadas e com maior qualificação para
exercer a função ou cargo.
Vale ressaltar que essa é
uma prática muito comum no funcionalismo público no nosso país, onde a maioria
dos governantes mesmo sabendo que ao entrar na vida pública (serão investigados,
controlados e monitorados a todo o momento, inclusive em relação à vida
pregressa), utilizam dos órgãos da administração pública como também do
patrimônio do Estado e do Governo para beneficiar seus privilegiados, agindo de
forma incorreta, ilícita, com a finalidade de atender as promessas feitas à
clientela, não havendo transparência, clareza no sistema de gestão ou de
governo.
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