Grupos separados: Belém 2
Faça a leitura da Unidade 2, para
responder a questão a seguir apresentada:
QUESTÃO: Weber (1999) formulou sua teoria da burocracia, onde alguns atributos (com reflexos no comportamento das pessoas), a exemplo: a padronização de procedimentos (normas), a impessoalidade, a autoridade e a hierarquia, considerados caros à Administração Pública, facilitariam o trabalho nas organizações e gerariam eficiência. Faça um breve comentário sobre os limites de tais atributos, com base no que MERTON (1970) denomina “disfunção”.
Sistematize sua resposta em até 20 linhas, em fonte Arial, tamanho 12.
QUESTÃO: Weber (1999) formulou sua teoria da burocracia, onde alguns atributos (com reflexos no comportamento das pessoas), a exemplo: a padronização de procedimentos (normas), a impessoalidade, a autoridade e a hierarquia, considerados caros à Administração Pública, facilitariam o trabalho nas organizações e gerariam eficiência. Faça um breve comentário sobre os limites de tais atributos, com base no que MERTON (1970) denomina “disfunção”.
Sistematize sua resposta em até 20 linhas, em fonte Arial, tamanho 12.
Sendo regida pelos
principios, da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade e da
eficiencia, a Administração Pública adota a burocracia como principal modelo de
gestão, pois a teoria burocrática é um sistema que foi criado para ser
eficiente, e ao mesmo tempo impessoal e guiado por regras formais, ou seja, um
sistema metódico, com vista a tratar todos os usuários do serviço público de
igual maneira, o que parece perfeito para a gestão das organizações públicas,
pois a mesma possibilita o aprimoramento dos procesos de produção e a igualdade
de todos os clientes perante as leis e as normas. O processo de burocratização
da estrutura envolve uma divisão sistemática do trabalho, a fim de
racionalidade, isto é, atenção
ao alinhamento para o alcance dos
objetivos pretendidos. A divisão do trabalho, ou a distribuição de funções,
atividades e tarefas é muito impessoal. Para Max Weber, a burocracia é o modelo
de uma organização eficiente por excelência, ou seja, o modelo de
gestão mais adequado às necesidades da Administração Pública.
Diante dessa realidade,
percebe-se que, embora os gestores públicos coloquem em prática à administração
o modelo de gestão burocrática, às organizações contemporâneas não alcançaram o
sucesso pleno, pois, por mais estruturado que seja o processo e por mais bem
orientado que seja o funcionario de uma organização burocrática, sempre
ocorrerão algumas falhas, as chamadas disfunções, que para MERTON(1970), a
valorização excesiva dos regulamentos, o excesso de formalidades, a resistência
às mudanças, a despersonalização das relações humanas, a hierarquização dos
procesos decisórios a exibição dos sinais de autoridade e a dificuldade no
atendimento aos clientes, dentro desse contexto burocrático evidentemente
hà aspécto disfuncional, ou seja, conjuntura interna de normas e regulamentos em
excesso que trazem as vezes grande complexidade nos processos tanto para à
Administração Pública como também causam descontentamento para os usuários dos
serviços públicos.
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