Muitos acontecimentos dolorosos têm se verificado este ano. Quantos questionamentos e suposições as pessoas já fizeram sobre a causa dos fenômenos cósmicos e das confulsões sociais! Citam-se, entre outras, as agressões à natureza, as injustiças, o esfacelamento da família, o despreso pelos valores éticos. Poucos se preocupam com um motivo que pesa na origem dos dramas da humanidade: a ausência de santos, de gente que busque na intimidade com Deus, o sentido da própria vida, hoje são muito evidentes as armadilhas do mal, que só perde sua força quando se bate com testemunhos de fé e santidade. Está provado em toda a vigência da história, que que o ser humano não consegue derrotar a violência com a agressividade nem vencer a maldade com o coração fechado à compaixão e o perdão.
Atualmente há grande preocupação com a formação intelectual e o preparo físico. As academias funcionam intensamente, e as pessoas estão sempre buscando cursos que lubrifiquem sua inteligência e renovem seus conhecimentos. Mas quantos se empenham em ser mais fiéis à sua vocação à santidade?
Talvez pareça antiquado propor santidade a quem almeja ser campeão em tantos torneios da atualidade. Mas na verdade, se o cristão não busca viver a vontade de Deus e fazer do seu cotidiano um reflexo da misericórdia e justiça do Pai, é difícil à humanidade encontrar um ponto de apoio que lhe dê segurança em meio às ameaças do momento. A sociedade e a igreja a precisam de santos, porque eles são um testemunho dos valores de que o ser humano carece para ser feliz neste mundo e na eternidade.
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